sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Primeiro longa de Madonna na direção recebe críticas

Vicky McClure, Eugene Hutz,
Madonna e Holly Weston
Depois do grande alvoroço que a presença de Madonna causou no Festival de Berlim na última quarta-feira (13/2), surgem as críticas sobre o primeiro filme da cantora na direção. Os elogios a Filth and Wisdom foram poucos e segundo alguns críticos sua carreira por trás das câmeras talvez não seja tão bem-sucedida.

O longa fez sua estréia mundial no festival e as primeiras críticas o revelam como fraco e mediano, apesar disso elogios também foram desvelados a pop star. Segundo Ray Bennett, da publicação Hollywood Repórter, o filme é "desigual, marcado por diálogos e atuações lamentáveis, o otimismo do filme e seus protagonistas simpáticos conspiram para suscitar sorrisos quando ele acaba".

Jonathan Romney, da Screen International, afirmou que Filth and Wisdom não é tão ruim quanto alguns dos trabalhos de Madonna como atriz, como Surpresa de Shanghai e Destino insólito.

Um dos mais enfáticos foi Peter Bradshaw, do The Guardian, atribuiu uma estrela apenas ao filme. "Madonna já foi péssima atriz em muitos filmes, e agora - como sempre, decidida a ascender - , ela se tornou uma péssima diretora", escreveu. Ainda complementou "Ela fez um filme tão inacreditavelmente ruim que o público do Festival de Berlim ficou em estado de choque ontem."

O filme de baixo orçamento foi rodado em Londres. Baseado em suas próprias experiências de vida, Filth and Wisdom conta a história de uma aspirante à estrela pop e é protagonizado pelo ucraniano Eugene Hutz, vocalista da banda Gogol Bordello. Hutz já esteve presente nas telonas no drama Uma Vida Iluminada, ao lado de Elijah Wood, em 2005.

Madonna disse a jornalistas que a idéia principal do filme é explorar a "dualidade" da vida, "o claro e o escuro", "o certo e o errado", e que a imundície e sabedoria do título não estão tão distantes assim uma da outra

Nenhum comentário: