quarta-feira, 16 de julho de 2008

Líderes, Marta e Alckmin sobem em pesquisa Ibope

Nova pesquisa Ibope sobre a corrida pela prefeitura de São Paulo divulgada nesta quarta-feira indica que a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) e o candidato tucano Geraldo Alckmin (PSDB) subiram na preferência do eleitor e continuam empatados na liderança.

Marta passou de 31 por cento para 35 por cento das intenções de voto, de junho para julho, enquanto Alckmin cresceu mais, subindo de 25 por cento para 32 por cento. A margem de erro da pesquisa é de quatro pontos percentuais, o que explica o empate técnico entre os dois principais candidatos.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), perdeu dois pontos e permanece em terceiro lugar, com 11 por cento, agora empatado com Paulo Maluf (PP). Kassab tinha 13 por cento na pesquisa de junho e Maluf, 8 por cento.

"A pesquisa confirma a polarização entre Marta e Alckmin como fortes candidatos a passar para o segundo turno, quando Alckmin teria chances de ganhar a eleição pelo baixo índice de rejeição que recebe do eleitor", disse Hélio Gastaldi, diretor do Ibope.

A sondagem, a primeira depois do início oficial da campanha eleitoral em 6 de julho, foi encomendada ao Ibope pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas de São Paulo e Região (Setcesp). O instituto realizou 602 entrevistas entre os dias 12 e 14 de julho.

Em um eventual segundo turno, Alckmin bateria Marta por 50 por cento a 41 por cento das intenções de voto, diz o Ibope. Se a disputa fosse com Kassab, a petista venceria por 51 por cento a 36 por cento. E se os adversários forem Alckmin e Kassab, o tucano teria 59 por cento contra 22 por cento do atual prefeito.

Dos três principais candidatos, Alckmin permanece com o menor índice de rejeição (13 por cento). Kassab tem 26 por cento e Marta, 31 por cento. O maior índice cabe a Paulo Maluf, com 56 por cento.

Para o diretor do Ibope, Kassab depende da propaganda eleitoral gratuita da TV, que começa em 19 de agosto, para se tornar conhecido e tentar transformar seu patrimônio administrativo em eleitoral. "O horário na TV é decisivo para ele", disse Gastaldi.

O levantamento apontou que 36 por cento dos paulistanos avaliam como positiva a administração do prefeito, que assumiu o posto em 2006, quando José Serra (PSDB) saiu para concorrer ao governo paulista.

Quanto ao desempenho de Maluf, o diretor disse que ele "mostra fôlego admirável" e que seu crescimento é constante nas três pesquisas realizadas por encomenda do Setcesp, apesar do alto índice de rejeição, que ele não deve conseguir reverter.

Para Gastaldi, os votos de Kassab e Maluf migram, em maior parte, para Alckmin e menos para Marta em um eventual segundo turno.

Ao comentar o resultado, Marta disse que ele reflete o momento em que a pesquisa é realizada.

"Não é muito diferente das outras pesquisas, as pesquisas vão se suceder, os quadros vão se modificar a cada semana. Ganha-se a eleição quando se abrem as urnas. Acho que o candidato deve estar na rua trabalhando, como nós estamos fazendo", disse Marta a jornalistas após reunião com sindicalistas.

Apesar do início da campanha, o eleitor ainda está distante da eleição. Aqueles que têm pouco interesse e nenhum interesse pelo pleito somam 49 por cento dos entrevistados. Os muito interessados são 24 por cento, diz a pesquisa.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Bombeiros estão "empolgadaços" com novela, diz Leonardo Bricio

O ator carioca Leonardo Bricio, 45, diz que os bombeiros estão "empolgadaços" com o seu personagem na novela "Chamas da Vida" (Record, 21h45). Na trama de Cristianne Fridman, ele vive o bombeiro-herói Pedro.

"Os bombeiros estão empolgadaços e gostam da maneira séria como o trabalho deles tem sido retratado", afirma Leonardo, em entrevista à Folha Online.

João Sal/Folha Imagem
Ator Leonardo Bricio encarna bombeiro em novela da Record
Ator Leonardo Bricio encarna bombeiro em novela da Record

Nos estúdios da Record, no Rio, bombeiros da vida real participam das cenas como figurantes, prestam apoio nas gravações e elogiam o trabalho do ator.

"O bombeiro Pedro é um jovem preocupado com antigos valores morais, ele preza a união familiar e seu trabalho", diz Bricio, que passou por um treinamento com equipes do Corpo de Bombeiro.

"Foram duas semanas conhecendo o universo desses profissionais, aprendendo rapel, aproximação com fogo e o manuseio dos equipamentos de combate à incêndio. Viver um bombeiro é uma aventura."

Drogas e pedofilia

Bricio diz não se preocupar com os números de audiência de "Chamas da Vida". O ibope da novela atingiu a média de 19 pontos na Grande São Paulo no dia da estréia (8), ficando em segundo lugar no horário, atrás apenas da Globo.

"Estou em um núcleo legal, a história é realista, está sendo bacana fazer. Lógico que ter uma resposta maior do público envaidece o trabalho, mas costumo dizer que faço sempre pra valer", afirma Bricio.

Divulgação
Heroísmo de Pedro recebe elogios de bombeiros da vida real, diz ator
Heroísmo de Pedro recebe elogios de bombeiros da vida real, diz ator

A trama ambientada no Rio conta a história de Pedro e Carolina (Juliana Silveira). Ela, produtora de cinema, é rica e vive na Urca. Ele, mora em Tinguá, na Baixada Fluminense, e tem de trabalhar muito para cuidar dos três irmãos --muito cedo eles ficaram órfãos.

Nos próximos capítulos de "Chamas da Vida", haverá cenas de um novo incêndio, e o romance de Pedro e Carolina vai ficar mais "caliente". Assuntos como drogas e pedofilia também serão abordados pela novela. Segundo o ator, o irmão de Pedro, Antonio (Dado Dolabella), se envolverá com drogas, e a irmã Vivi (Letícia Colin) será alvo de pedofilia.

Carreira

Leonardo Bricio, que está em sua 11ª novela, começou sua carreira no teatro amador aos 15 anos. Aos 21, ele largou o curso de desenho industrial para ser ator.

Aos 26, o artista fez sua primeira aparição na TV, participando do primeiro capítulo da novela "Tieta", em 1989, na Rede Globo. Em 1991 atuou em três minisséries na extinta TV Manchete ("Filhos do Sol", "Rede de Intrigas", e "O Guarani").

Dois anos depois, na Globo, Bricio fez a novela "Renascer". Em 1994, interpretou Julinho, em "Éramos Seis", no SBT. De volta à Globo, ele trabalhou nas novelas "O Rei do Gado" (1996), "Anjo Mau" (1997), "Meu Bem Querer" (1998), "Porto dos Milagres" (2001) e "Da Cor do Pecado" (2004).

Contratado pela Record, Leonardo estreou na emissora em "Cidadão Brasileiro" (2006). Participou também de "Luz do Sol" (2007). Além de ator, ele também é professor do teatro.

Britney grava vídeo para turnê de Madonna com música de 1994

A cantora Britney Spears, 26, gravou sua participação em vídeo na nova turnê de Madonna, "Sticky & Sweet", que começa no próximo dia 23 de agosto, em Cardiff, no País de Gales.

Bruno Bebert/Reuters
Madonna entrega prêmio a colega em 2004; telão da turnê exibirá imagem de Britney
Ao som de "Human Nature", Britney Spears gravou participação na turnê de Madonna

O site do canal "E!" publicou fotos de Spears durante as gravações do vídeo que, segundo uma fonte da revista, será uma espécie de curta-metragem "bastante denso".

As gravações aconteceram no Lot, um estúdio de som e vídeo em Hollywood. Nas fotos, Britney aparece trajando uma jaqueta negra de capuz em um elevador de aço.

Segundo a "E! Online", nas gravações, a cantora se movia ao som da música "Human Nature", parte do álbum "Bedtime Stories", lançado por Madonna em 1994. A música deve entrar no playlist das apresentações de "Sticky & Sweet".

Em 2003, Madonna foi convidada para o vídeo "Me Against the Music", de Britney. As duas também provocaram polêmica na época com o beijo na boca durante a cerimônia do VMA (MTV Video Music Awards).

Na semana passada, a Folha Online apurou que Madonna fará shows no Brasil em dezembro. A primeira confirmação oficial veio com a assessoria do Maracanã, que informou que o estádio está reservado para apresentações da "rainha do pop" nos dias 13 e 14 de dezembro. Em São Paulo, Madonna deve se apresentar no estádio do Morumbi nos dias 17, 18 e 19.

Especula-se que cada show no Brasil renda à Madonna cerca de US$ 5 milhões (R$ 8 milhões).

Sindicalistas e Correios não fecham acordo, e greve continua

A segunda audiência de conciliação entre representantes dos funcionários e de dirigentes dos Correios, no TST (Tribunal Superior do Trabalho), acabou sem acordo na manhã desta terça-feira. Com isso, a greve da categoria continua por tempo indeterminado.

Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, o ministro que está no caso, Rider Nogueira de Brito, já sorteou um relator para o processo, que julgará a legalidade da greve e a pauta de reivindicações dos funcionários.

  • Folha Imagem

    Funcionários dos Correios estão em greve há 15 dias; paralisação causou atraso de mais de 108 milhões de cartas e encomendas

    Entretanto, de qualquer forma, Brito fez uma nova proposta aos representantes dos funcionários, que têm até esta quarta-feira para se manifestar. A assessoria ainda não detalhou quais foram as propostas do ministro do TST.

    Os empregados da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) estão em greve desde o dia 1º de julho reivindicando adicional de risco de 30% do salário-base dos carteiros, a implantação de um plano de carreira e a renegociação na participação nos lucros e resultados.

    A paralisação da categoria já atrasou mais de 108 milhões de cartas e encomendas no país.

    Quanto custa ser feliz?

    "...felicidade depende muito do cultivo de uma riqueza e estabilidade interiores, a partir do momento em que as necessidades materiais básicas estejam sanadas" Lembrei-me de uma conversa com um amigo, desses que as pessoas julgam afortunados: ainda bastante jovem, ganhou uma herança substancial que o permitiria não trabalhar mais, se este fosse seu desejo.

    Mas, em uma conversa, pouco após separar-se de sua ex-esposa, ele soltou uma frase que gerou polêmica durante um jantar em que ele era o único “não-proletário”:

    “Gente, posso dizer para vocês por experiência própria que dinheiro não traz felicidade!”.

    Aposto que, assim como a maioria dos convidados daquele jantar, o leitor deve estar se perguntado: "Como?"

    Bem, a partir deste ponto gostaria de fazer algumas considerações, como a que Eduardo Giannetti coloca na contracapa de um de seus livros:

    “Discutir a felicidade significa refletir sobre o que é importante na vida. Significa ponderar os méritos relativos de diferentes caminhos e pôr em relevo a extensão do hiato que nos separa, individual e coletivamente, da melhor vida ao nosso alcance”

    O que acredito trazer felicidade para mim, talvez não traga para o outro, em especial se ele já desfrutou do que estou buscando, e esteja neste momento tentando sanar alguma outra carência.

    Por outro lado, quantos de nós fizemos alguma pausa proposital, consciente, apenas para refletir sobre o que nos traz felicidade?

    Será a felicidade algo inatingível como acreditam os mais pessimistas, ou será objeto de consumo rápido e fácil como vendem alguns livros de auto-ajuda?

    Dalai Lama

    Esta necessidade de uma reflexão, para traçar estratégias para a conquista da felicidade possível, é ressaltada pelo próprio Dalai Lama:

    “A adoção da felicidade como um objetivo legítimo e a decisão consciente de procurar a felicidade de modo sistemático podem exercer uma profunda mudança no restante de nossas vidas”

    Envolvidos na luta pela sobrevivência muitos sequer questionam o que estão fazendo nas suas vidas e com suas vidas. “Tenho que trabalhar e pronto. Não interessa se gosto ou não do que faço. As crianças estão lá em casa e precisam que eu trabalhe”. “Este negócio de felicidade é prá gente rica e de vida boa”. É possível que muitos pensem assim, mas hoje em dia já existem pesquisas a respeito de fatores que podem influenciar a felicidade que parecem revelar informações surpreendentes.

    Por exemplo, em uma revisão de literatura, *Ferraz e colaboradores concluíram que a felicidade “É um fenômeno predominantemente subjetivo, estando subordinada mais a traços psicológicos e socioculturais do que a fatores externamente determinados”, contrariando a visão de muitos que acreditam que estar bem depende essencialmente da busca e conquista de objetivos externos.

    Isto me faz lembrar uma entrevista da atriz Regina Casé com um garoto de família humilde do Nordeste, que adorava ir para a praia surfar com sua pranchinha amarela junto com os amigos. Quando questionado a respeito de riqueza e felicidade, ele disse em sua simplicidade que ele era feliz e que estava satisfeito com o que tinha (a tal pranchinha amarela), com um sorriso verdadeiro típico de uma criança. Por outro lado, creio que muitos já nos deparamos com uma cena em uma loja de brinquedos, em que uma criança mimada faz escândalo pelo fato do pai se recusar a comprar o videogame de última geração.

    Felicidade passageira

    Tive o privilégio, há alguns anos atrás de assistir a uma palestra do prêmio Nobel de economia Daniel Kahneman e de participar de um grupo de discussões com ele em seguida. Uma de suas pesquisas a respeito de fatores relacionados à felicidade mostrava o quanto eventos aparentemente transformadores como um casamento ou ganhar na loteria tinham um efeito menos permanente do que a maioria de nós imagina. Em um gráfico ele mostrava que o nível de “felicidade” no momento do casamento ou logo após ganhar na loteria, tinha um aumento incrível, mas que logo após alguns meses, voltava a um patamar muito semelhante ao anterior a esses eventos. Em um primeiro momento isso pode ser inacreditável, mas é só nos lembrarmos de alguns exemplos conhecidos como o da princesa Diana, e seu casamento literalmente de contos de fadas, e os fatos que se sucederam após este evento, incluindo traição, perda da liberdade, perseguição pela imprensa e transtornos mentais como a depressão.

    Parece que, de alguma maneira, depender muito de eventos externos para atingir um estado de felicidade mais ou menos permanente, não é uma boa alternativa. Recentemente, lendo um livro de Mathieu Ricard, um francês PhD em biologia molecular, que hoje vive no Nepal, ex-aluno de um prêmio Nobel no Instituto Pasteur e que desde a década de 70 tornou-se um monge da tradição budista, pude capturar mais alguns indícios de que a tal felicidade depende muito do cultivo de uma riqueza e estabilidade interiores, a partir do momento em que as necessidades materiais básicas estejam sanadas.

    Ele conta que apesar de ser filho de um famoso filósofo agnóstico e de uma artista plástica e tendo tido o privilégio de conviver com grandes intelectuais, ele descobriu que muitas dessas pessoas não podiam ser consideradas exemplos de vida. Durante suas viagens para o Oriente, porém, ele descobriu em mestres praticantes de meditação, que viviam em pequenas cabanas, uma humildade e sorriso verdadeiros, aliados a uma inabalável fortaleza interior frente às adversidades. E, como ele mesmo descreve, dentro de um espírito científico, ele sentiu uma irresistível necessidade de descobrir este caminho de vida.
    A partir da leitura deste texto e principalmente dos livros e artigo sugeridos abaixo, sugiro uma profunda reflexão: do que depende e quanto custa minha felicidade?

    Horário das refeições regula relógio biológico

    ©NANETTE HOOSLAG/PHOTODISC – GETTY IMAGES
    SINCRONIZAÇÃO das funções fisiológicas com o ciclo de 24 horas
    Investigando a complexa maquinaria do relógio biológico que controla os ritmos circadianos (como o ritmo da temperatura corporal, o ciclo vigília-sono e diversos ciclos hormonais), pesquisadores da Universidade Harvard encontraram um relógio secundário, associado à alimentação, que exerce um papel importante na sincronização de nossas funções fisiológicas ao ciclo ambiental de 24 horas.

    Publicado na revista Science, o artigo explica como os mamíferos tiveram de adaptar seus ritmos circadianos para evitar longos períodos de jejum. Esse relógio secundário parece ter sido uma vantagem evolutiva que favoreceu a sobrevivência, na medida em que permitiu que os animais alternassem períodos de sono e vigília de modo a maximizar as oportunidades de encontrar comida.

    Os autores acreditam que esses conhecimentos podem ter aplicação prática. Segundo eles, estratégias relacionadas ao horário das refeições ajudariam tanto as pessoas que passam pelos efeitos desagradáveis do jet-lag como trabalhadores em turno que enfrentam vários problemas, físicos e mentais, decorrentes da alteração de seus ritmos biológicos

    segunda-feira, 14 de julho de 2008

    Entrada de recursos anula piora externa e faz dólar cair abaixo de R$ 1,60

    A entrada de capitais no país prevaleceu sobre a volatilidade internacional e fez o dólar voltar a ser cotado abaixo de R$ 1,60 nesta segunda-feira.

    A moeda norte-americana teve baixa de 0,44%, a R$ 1,595. Foi a primeira vez desde 30 de junho que a taxa de câmbio terminou o dia abaixo de R$ 1,60.

    Em julho, o dólar acumula queda de apenas 0,13%.

    O começo do dia prometia tranquilidade no exterior, com queda da percepção de risco e alta das bolsas após o anúncio de um plano dos Estados Unidos para socorrer as duas principais agências de hipotecas do país.

    Mas o bom humor, que ajudou o dólar a abrir em queda diante do real, durou pouco. A preocupação com o setor financeiro continuou no exterior, provocando a queda das ações em Nova York e aumentando a aversão a risco entre os investidores.

    "Do jeito que está lá fora era para (o dólar) estar trabalhando num nível mais alto, mas hoje excepcionalmente o movimento está bem vendedor", disse Francisco Carvalho, gerente de câmbio da corretora Liquidez.

    A razão para a continuidade da queda estava na entrada de recursos no país. Segundo Carvalho, a oferta de ações da Vale -cuja reserva termina na terça-feira- é uma das operações que tem atraído investidores estrangeiros.

    O gerente de câmbio de um banco nacional, que preferiu não ser identificado, citou também o ingresso de US$ 250 milhões por uma petrolífera nesta sessão.

    A alta de quase 1,5% da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) durante a tarde, com destaque para o desempenho de AmBev, Vale e Petrobras, também contribuiu para a valorização do real.

    Na metade da sessão o Banco Central realizou um leilão de compra de dólares no mercado à vista. A autoridade monetária aceitou uma das propostas divulgadas, segundo um operador, com taxa de corte de R$ 1,5974.