sábado, 5 de julho de 2008

PREPARANDO A MINHA MUDANÇA!

Como organizar uma mudança de casa


Mudar é sempre bom
.

Novos horizontes e expectativas. Mas precisamos carregar todas as nossas coisas junto. Como fazer essa tarefa de forma organizada e prazerosa?

Você pode contratar uma empresa especializada ou fazer você mesma.

Se você vai assumir essa tarefa, alguns conselhos para sair tudo certo e com satisfação.

Primeira coisa:

Muitas caixas de papelão, plástico bolha, fita adesiva, pincel atômico de cores fortes e etiquetas.


Coloque uma seleção de músicas que você gosta, abra um vinho, chame as pessoas que moram com você e comece a redescobrir suas coisas.

Você pode ir fazendo um pouco por dia. Fica menos cansativo e você vai conseguir uma organização maior das suas coisas.

Para não ser estressante, inicie separando e etiquetando aquelas coisas que você não usa no dia a dia. Livros, Cds, DVDs, fotos, roupas e sapatos fora da estação, objetos de decoração.

Coloque esses materiais, nas caixas, bem acomodados, feche e etiquete por local e objetos. Por exemplo: sala de tv, livros e acessórios para áudio e vídeo.

Use cores diferentes para escrever o nome dos ambientes, assim fica mais fácil para localizar depois.

Numa outra caixa, coloque: Quarto do casal - roupas e sapatos.

Cozinha - panelas e talheres. E assim por diante, até que tudo esteja encaixotado.

Outra boa dica é numerar as caixas e anotar em uma folha o número e o assunto correspondente.

Por exemplo: Caixa 01 Sala de estar - Objetos de decoração - Caixa 08 - Quarto da Marcela - Roupas de cabide, e vai seguindo até a última.

Quando for procurar, com essa folha você localiza a caixa rapidamente.

Todos podem ajudar

Com a ajuda das pessoas que moram com você será divertido, pois ao mexer nos armários, vocês certamente encontrarão pedaços da sua história e recordarão muitos bons momentos.

Cada pessoa pode cuidar de um determinado cômodo, ou das suas coisas. E esses objetos, mais pessoais, geralmente não gostamos que estranhos tenham acesso.

Você não precisa fazer tudo de uma vez. Por isso a separação inicial é com coisas de pouco uso, para não sentir falta delas, durante o processo de organização. À medida que a data da mudança vai se aproximando, os objetos, por ordem de necessidade, vão sendo encaixotados.

Fotografe todo o processo. Vai ser interessante rever esses momentos, quando estiver instalada na nova casa, com tudo organizado.

Esse é um excelente momento para se desfazer de coisas que não usa mais, que estão quebradas e que você guardou na intenção de um dia usá-las.

Como percebeu que até este momento elas não foram necessárias, descarte-as. Doe para alguma instituição, elas inclusive vem buscar em sua casa tudo o que você quer dar.

Fazendo dessa maneira, você acomoda seus pertences, e o melhor, encontra facilmente suas coisas quando for organizá-las na casa nova.

Depois de tudo separado é só aguardar a mudança. Vai dar certo.

Os móveis e objetos pesados, a empresa de mudanças fará todo o processo de desmontar, carregar e montar novamente na casa nova

Todas as miudezas ficarão por sua conta. Além de economia, fazer isso pode ser muito prazeroso. Depende do foco.

Você conseguiu organizar tudo, todos ajudaram e agora é entrar com o pé direito, na sua nova casa.

Se você seguiu esse processo, notará que para desempacotar e colocar no lugar certo será muito fácil.


Sempre digo que a organização ajuda em todos os aspectos da nossa vida. Com todas as suas coisas encaixotadas e bem organizadas, você terá tudo facilitado, para colocar nos lugares certos. Sua vida estará em ordem rapidinho e com tudo equilibrado. Sua nova residência, seus objetos arrumados e aquela sensação de renovação.

Aproveite e vá ao mapa da mina de uma casa organizada e veja, por ambiente, se sua casa está bem montada.

Agora é brindar essa nova fase e acreditar que tudo será muito melhor.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

A lei bêbeda

Isso que chamam de "lei seca" é seca de inteligência, de fidelidade à Constituição e de respeito aos cidadãos

A TV, OS JORNAIS e as rádios estão induzindo a opinião pública a enganos em série, a propósito da lei ilegalmente bêbeda e dos efeitos desatinados que já provocou em sua primeira semana. Como aperitivo: se as polícias não dispõem de detectores de álcool capazes de captar a dosagem que a lei passa a proibir nos motoristas, as tantas centenas de presos e os milhares de incomodados em blitz não o foram em razão da nova lei, mas da antiga. E, outra vez, não por causa da nova lei, mas só por haver, a pretexto da inovação, a fiscalização que nunca houve.
Os números de vítimas fatais do trânsito repassados à opinião pública, fator de apoio à lei bêbeda, são inverdadeiros. Tanto os modestos 35 mil como os 50 mil mais citados, e qualquer outro montante, fariam referência, na melhor hipótese, a mortos no lugar do acidente. Dos 400 ou 500 mil feridos, ou quantos sejam, não é conhecido o número dos que vêm a morrer, por decorrências do acidente, apesar de algum socorro. Nem mesmo o número dos mortos em hospitalização com o registro de acidente de trânsito incorpora-se, como deveria, ao chamados mortos do trânsito.
Muito simples: o Brasil não sabe quantas são as vítimas do trânsito. Os números citados são bastantes para apoiar providências contra tantos acidentes, mas insuficientes para justificar a imprecisão divulgada.
A queda nacional de 25% na venda de bebidas em bares e restaurantes, no fim de semana, não é para ser acreditada. Divulgado em TV e rádio já na terça-feira, o índice teria sido apurado em um só dia, a segunda-feira, em âmbito nacional, pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes. Convenhamos que seria um exagero de organização para os nossos bravos "pés-sujos" e pés-limpíssimos.
Mais grave é a impressão difundida de que todos devem se sujeitar ao propalado rigor da nova lei. Muito ao contrário. Isso que estão chamando de "lei seca" é seca de inteligência, de fidelidade à Constituição e de respeito aos cidadãos. A partir deste último despropósito, pode alguém ficar detido por meia hora, uma hora, apesar dos seus compromissos e da correta condição legal, até que desapareça do hálito o mínimo sinal de que ingeriu algum álcool -em xarope contra tosse, em higiene bucal, em um peixe ao vinho branco? Já se soube de alguém -uma criança que seja- com perda de percepção e controle motor por ingerir um ou dois bombons licorados? É possível acreditar que um chope ou uma taça de vinho na refeição seja causa de acidente?
Diante de admissões assim idiotizadas pela nova lei, mas ampliadas pelos meios de comunicação, a muitos têm ocorrido essa constatação definitiva sobre o produto gerado no Congresso: pode-se ser até preso por beber uma taça de vinho ou uma latinha de cerveja no jantar fora, mas a mesma lei não promete aborrecimento a quem dirigir, sem se meter em acidente, depois de consumir cocaína, ecstasy, crack e outros entorpecentes.
A opinião pública não está sendo educada, está submetida a intimidação (o processo considerado educativo nas ditaduras). Nas centenas de pessoas presas a pretexto da nova lei, a regra para a maioria foi, por certo, a submissão a abuso de autoridade. Os relatos policiais não se referem àquelas centenas como causadores de acidentes por uso de álcool. Foram presos por ter ingerido álcool. Vários juristas (na Folha, por exemplo, o professor Luiz Flávio Gomes) e mesmo chefes policiais, como o delegado Tabajara Novazzi, apontam implicações da nova lei contrárias à Constituição, como a produção de provas contra si ou, se recusada, a prisão e outras penalidades. São vozes, porém, que mal chegam como sussurros à opinião pública, subestimadas pelos meios de comunicação em favor da lei bêbeda.
É pouco conhecida, também, a realidade que leva à aprovação de monstrengos no Congresso: está mais do que provado que a grande maioria vota sem sequer saber no que está votando, apenas obediente à direção do líder de bancada, a um pedido de colega ou, como merece ser dito, de araque mesmo. São votações bêbedas de leviandade.

Como se defender da inflação

Juros? Ações? Esqueça. O melhor negócio do primeiro semestre do ano foi investir na inflação. Com variações de dois dígitos no acumulado dos últimos 12 meses, os índices estão mostrando que o velho dragão ressurgiu com uma potência que não se via há anos. As causas são bem conhecidas: o aumento dos preços de itens essenciais para a economia mundial, como alimentos e petróleo, e - no caso brasileiro - a resistência do governo em cortar gastos e enxugar suas contas.

Isso fez com que todos, absolutamente todos os investimentos perdessem da inflação no acumulado do semestre. Sim, isso mesmo: mesmo que você tenha sacrificado parte de seu consumo e investido uma fatia do seu suado dinheirinho, você está mais pobre hoje do que estava no dia 31 de dezembro do ano passado. Está vendo porque a inflação é uma praga que deve ser combatida com todas as nossas forças?

O que fazer? Sacar tudo e cair numa farra de consumo? Calma, não precisa se desesperar. Vamos analisar o que aconteceu e, mais importante, o que deverá ocorrer nos próximos meses. Como sempre, vamos por partes:

1) o índice que mais subiu foi o IGP-M

O IGP-M, calculado pela Fundação Getulio Vargas, é um excelente índice de inflação e tem algumas peculiaridades. Em primeiro lugar, ele é um índice "nervoso", ou seja, ele reflete as altas e as baixas de preços mais rapidamente que outros índices, como o IPCA, por exemplo. Em segundo lugar, a inflação medida pelo IGP-M aplica-se a itens importantes da cesta básica, como aluguéis, pedágio e tarifas telefônicas, mas não a todos os preços da economia.

2) O IGP-M não é o índice principal, o IPCA é mais importante

Ao fazer suas contas para saber se tem de apertar ou não o parafuso dos juros para domar a inflação, o Banco Central (BC) usa o IPCA, calculado pelo IBGE, não o IGP-M. O IPCA de junho ainda não foi divulgado, (só deve sair daqui a uns 10 ou 12 dias), mas as estimativas do mercado financeiro é que ele indique uma inflação de 3,7% no semestre e cerca de 6,3% no ano. É menos que o IGP-M, mas está batendo no teto da meta prevista para o ano, que é de 6,5%.

3) a renda fixa perdeu do IGP-M, mas ganhou do IPCA

No primeiro semestre, o IGP-M cravou uma alta de 6,82%, mais de um ponto percentual acima da variação acumulada dos fundos de renda fixa e quase 1,5 ponto percentual acima dos fundos DI. É um péssimo resultado, mas lembre-se que o IGP-M não é o principal índice da economia. Os juros ainda superaram com uma certa folga a inflação do varejo, que é medida pelo IPCA. A rentabilidade dos melhores fundos de renda fixa foi quase o dobro do IPCA (não vou falar dos fundos de ações; o Dr. Manoel, meu cardiologista, disse que eu devo evitar emoções fortes), e deve continuar assim.

E agora? Onde investir nos seis meses que restam de 2008?


O cenário de investimentos para o segundo semestre do ano está assim:

Renda fixa: os juros devem fechar o ano entre 14% e 14,5%, um aumento de quase dois pontos percentuais em relação aos níveis atuais. Essa alta já está expressa no mercado futuro de juros. Os contratos futuros com vencimento no fim de 2008 indicam taxas superiores a 14% e os contratos que vencem em dezembro de 2009 indicam juros de quase 15% ao ano.

Para ganhar esse percentual, o investidor pode aplicar em um Certificado de Depósito Bancário (CDB) prefixado que garanta uma boa taxa por pelo menos 18 meses (ficando menos tempo o imposto a pagar é alto) ou aplique em um bom fundo DI ou de renda fixa, que cobre uma taxa de administração de, no máximo 1% ao ano. É uma aplicação que será bem melhor do que a inflação medida pelo IPCA, vai superar, embora com menos folga, a inflação medida pelo IGP-M e não vai expor o investidor a riscos.

Ações: o mercado financeiro está refazendo suas contas e está menos otimista para o fim do ano. Não devido a problemas na economia brasileira, mas devido ao mau humor dos investidores americanos. os gringos estão comprando menos ações em todo o mundo e seus bancos estão tendo de sanear bilhões de dólares em empréstimos de má qualidade, por isso a perspectiva para a bolsa não é tão boa.

Quem quiser investir em bolsa deve ter um horizonte de longo prazo em mente. Ou seja, investir agora e esperar pelo menos dois anos para colher os frutos, que é quando os mercados internacionais deverão ter purgado seus excessos e voltarem a comprar com gosto. Até lá, a bolsa vai continuar sendo um ambiente para profissionais, com ações mais baratas e ainda sujeita a solavancos.

Dólar: caiu 10% no primeiro semestre. Está barato, mas nada indica que vai ficar caro no curto prazo. Os prognósticos do mercado financeiro indicam que o dólar poderá subir mais 3% ou 4% até o fim do semestre, com um risco elevado. Ou seja, é melhor ficar na renda fixa.

Poupança: vai perder dos fundos de renda fixa. Só é uma alternativa para quem tem menos de 1 000 reais para aplicar, ou para quem vai precisar do dinheiro em seis meses e não quer deixar capital parado no banco.

Inflação: sim, dá para investir na inflação, também. O meio mais indicado é comprar títulos públicos corrigidos pelo IPCA negociados no Tesouro Direto. Dá um pouco de trabalho, exige conhecimento de internet e requer que o investidor seja cadastrado em uma corretora. Na ponta do lápis, esses títulos vão render 13% a 14% este ano, sem risco.

Fundos de inflação: foram uma febre há cinco ou seis anos, e agora praticamente desapareceram. Não são recomendados por um motivo técnico: há poucos papéis corrigidos pelo IGP-M em circulação no mercado, e eles estão caros. Ou seja, estão sendo negociados com prêmios elevados sobre seu valor de face, o que reduz a possibilidade de ganhos no futuro.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Heath Ledger pode ser indicado ao Oscar por Coringa

Depois de conferir a sessão de imprensa do filme O Cavaleiro das Trevas, alguns críticos de cinema americano já estão apostando em uma indicação ao Oscar para Heath Ledger, pelo papel do Coringa.

Ledger, que faleceu em janeiro, surpreende a todos com sua atuação, de acordo com os jornalistas, e pode inclusive vencer o prêmio postumamente. Peter Travers, da revista Rolling Stones, é um dos que defendem a homenagem, sugerindo um movimento pedindo para que o ator seja premiado.

Heath Ledger pode ser indicado ao Oscar por Coringa

Depois de conferir a sessão de imprensa do filme O Cavaleiro das Trevas, alguns críticos de cinema americano já estão apostando em uma indicação ao Oscar para Heath Ledger, pelo papel do Coringa.

Ledger, que faleceu em janeiro, surpreende a todos com sua atuação, de acordo com os jornalistas, e pode inclusive vencer o prêmio postumamente. Peter Travers, da revista Rolling Stones, é um dos que defendem a homenagem, sugerindo um movimento pedindo para que o ator seja premiado.

Gary Oldman quer novo coringa em Batman 3

Depois de O Cavaleiro das Trevas ter sido apresentado à imprensa norte-americana no último fim de semana, os veículos correram para entrevistar a equipe do filme. O ator Gary Oldman, que vive o Comissário Gordon, foi quem deu a declaração mais polêmica.

Ele revelou que não vê nada de mal em um novo ator ser contratado para substituir Heath Ledger como o Coringa em um terceiro filme. Segundo ele, o ator falecido em janeiro iria gostar se o personagem retornasse e a própria Katie Holmes foi substituída no segundo filme, o que abre um precedente.

Oldman também sugeriu que se colocasse o Charada como vilão do próximo longa, caso não quisessem manter o personagem. O ator afirmou que só fez o filme pela presença do diretor, Christopher Nolan, mas que aceitaria fazer o próximo se este não topasse seguir na franquia.

Julho, mês de aventuras

Confira alguns dos grandes sucessos que os distribuidores prometem para o mês de férias




Christian Bale é o Batman em O Cavaleiro das Trevas.

Com a chegada de julho e as férias escolares, os cinemas prometem grandes atrações para proporcionar o melhor aos exigentes espectadores durante todo o mês. Ainda mais porque, apesar do frio que ronda o Brasil, é verão nos EUA. Com isto, prepare-se para uma enxurrada de títulos que entrarão em cartaz todas as semanas até o início de agosto, em uma lista que vai de super-heróis frustrados a caçadores de múmias, passando por viagens ao espaço, ao centro da Terra e com o a presença do esperado Cavaleiro das Trevas, o novo da franquia de Batman.

É em uma inspiração de Julio Verne que vem uma das primeiras aventuras do mês. No dia 11 de julho* estréia Viagem ao Centro da Terra - O Filme, que conta com Bredan Fraser no papel de um geólogo que tem a chance de visitar a montanha em que seu irmão sumiu anos antes. Porém, ele terá de levar o sobrinho rebelde e os dois irão parar no centro do planeta. Para quem prefere aventuras brasileiras, o mesmo fim de semana vai proporcionar quatro delas em uma. Em Pequenas Histórias, Marieta Severo vive uma contadora de histórias que narra quatro episódios passados em Minas Gerais.

Já em A Ilha da Imaginação, que estréia no dia 18 de julho*, Abigail Breslin é fã dos livros de um aventureiro. Quando seu pai desaparece, ela decide pedir a ajuda para a escritora, vivida por Jodie Foster, que é solitária e mal sai de sua casa. O filme, no entanto, concorrerá com a grande estréia do mês, O Cavaleiro das Trevas. No novo Batman, o herói irá enfrentar o Coringa, vivido por Heath Ledger, que morreu pouco depois das filmagens. Para o duelo, o homem-morcego contará com o apoio do comissário Gordon e de Harvey Dent, que no futuro se tornará o Duas Caras.

Fox Mulder e Danna Scully estão de volta em Arquivo X - Eu Quero Acreditar.

E não é só o super-herói que está de volta. Em 25 de julho* os agentes Danna Scully e Fox Mulder também retornam em Arquivo X: Eu Quero Acreditar. Porém, eles não são mais agentes, já que o FBI fechou o departamento. E, quando acontecem fatos misteriosos, eles relutam em rememorar o passado. Na mesma data chega o brasileiro Era Uma Vez..., do diretor de 2 Filhos de Francisco. Nele, um jovem da favela, vivido por Thiago Martins, precisa enfrentar tudo pelo seu amor por uma menina rica. Bem diferente é o caso da animação Space Chimps - Micos no Espaço, em que três macacos decidem se tornar astronautas.

Já no fim das férias, em 1º de agosto* estréia mais uma aventura de Bredan Fraser. Em A Múmia - Tumba do Imperador Dragão, seu personagem e o filho, já adulto, terão de lutar contra um imperador chinês que pretende ressucitar seus 10 mil soldados, os Guerreiros de Xian. Já em Quebrando Regras, um jovem desestruturado tenta fugir da luta livre, mas sempre é levado para ela, até que seus amigos e sua família passam a ser ameaçados se ele se recusar a enfrentar os ringues.

O herói de Will Smith tira um cochilo em Hancock.

E para começar a temporada, duas grandes produções bastante faladas estréiam neste 4 de julho*. A nova animação da DreamWorks promete causar um "pandamônio" nos cinemas. Em Kung Fu Panda, um simpático e preguiçoso urso tem que usar suas artes marciais para lutar contra um terrível inimigo. Enquanto isso, em Los Angeles, o também preguiçoso e nem um pouco simpático super-herói Hancock acaba com o crime e com a cidade. Agora, ele terá de contratar um relações-publicas para cuidar de sua imagem.

Para quem não gosta apenas de blockbusters, o fim de semana também reserva dois grandes sucessos da crítica. Em Do Outro Lado, um jovem alemão vai a Istambul para tentar achar a filha da ex-namorada de seu pai. O que ele não sabe é que ela vive na Alemanha, fugida de seu país por atividades políticas. Já O Escafandro e a Borboleta conta a história real de um jornalista que teve o corpo todo paralisado por um derrame, mas que conseguiu escrever um livro com movimentos dos olhos. Enquanto o primeiro filme foi o candidato da Alemanha para o Oscar, o segundo recebeu uma indicação de melhor diretor. Agora é só fazer a lista e boas férias!

* datas fornecidas pelas distribuidoras e sujeitas a alteração sem aviso prévio.